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CAÇADORES DE LÍQUENS: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE QUALIDADE DO AR


RESUMO:
A poluição do ar impacta o meio ambiente e a saúde humana, principalmente em áreas urbanas, devido ao tráfego de veículos, indústrias e queimadas. Como o monitoramento oficial no Rio de Janeiro é limitado, este trabalho propõe o uso de líquens - organismos simbióticos sensíveis à poluição — como bioindicadores acessíveis. A pesquisa comparou dois bairros: Benfica, onde fica a escola e sem monitoramento governamental, e São Cristóvão que possui um parque monitorado. Com lupas, fitas métricas e um padrão de medição, verificou-se maior diversidade de líquens em São Cristóvão, indicando melhor qualidade do ar se comparado a Benfica. Para ampliar o alcance e a participação social, iniciou-se o desenvolvimento de um site com inteligência artificial capaz de analisar, a partir de fotos, a presença de líquens e diagnosticar a qualidade do ar. Também foi criada uma página no Instagram com conteúdos informativos, além de uma animação na plataforma Scratch, com linguagem acessível para públicos de todas as idades. Como extensão da pesquisa, dois voluntários foram treinados e realizaram medições em locais que frequentam: Xerém e Guapimirim, no estado do Rio de Janeiro, onde relataram significativa presença de líquens bem desenvolvidos, reforçando a boa qualidade do ar nesses locais. Conclui-se que os líquens são ferramentas eficazes, acessíveis e educativas para o monitoramento ambiental, e que o uso de recursos digitais pode contribuir significativamente para a conscientização da sociedade sobre os riscos da poluição atmosférica.

Orientador(a): Edilaine Morais de Souza
Coorientador(a): Rafael Lopes da Costa
Aluno(a): Ana Beatriz Soares de Souza
Aluno(a): Nicolly Thompson Souza Motta
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