RESUMO:O presente trabalho tem como finalidade agregar os saberes populares ao conecimento adquirido no âmbito da escola pensando na manutenção desses saberes para novas gerações, ensinando aos alunos como práticas tão antigas podem alcançar o tempo presente. Partimos da pesquisa de campo com entrevista: se as famílias cultivam plantas medicinais em seus quintais para remédios caseiros, se sim, por que não conhecê-los? Por essa razão se dá a importância desse trabalho, no conhecimento produzido pelo saber popular de remédios naturais em perceber a relação das pessoas com o meio ambiente de forma equilibrada e sustentável no povoado KM 1700, zona rural de Imperatriz-MA. Embasados em autores que deleitam dessa temática como Carvalho (2001), Matos (2007), Gouveia e Simionatto (2019) que fala sobre plantas medicinais e fitoterapia na atenção básica que expõe critérios para a definição do elenco de plantas medicinais. E a partir desse estudo/pesquisa levar o conhecimento produzido pelo saber popular para a escola. Assim, como resultado surge o “Jardim didático terapêutico” dentro da Escola Municipal Afonso Pena, pensando as práticas integrativas, uma educação ambiental e em saúde mais efetiva a partir do conhecimento popular de cultivo das plantas para fins medicinais. O que nos fez perceber que ter uma educação ambiental mais efetiva sobre o cerrado traz possibilidades de pensar os remédios naturais ou como adjuvantes terapêuticos naturais auxiliadores no processo de cura de sintomas básicos e de forma a não prejudicar o meio ambiente e ainda mais, preservar espécies de plantas que são próprias do território.
Orientador(a): Giselia Alves dos Santos
Coorientador(a): Elson Lopes Alves
Aluno(a): Maria de Lourdes Rodrigues Borges
Aluno(a): Cleudiane de Souza Freitas