RESUMO:O rápido avanço e desenvolvimento das inteligências artificiais (IAs) tem impactado diferentes áreas, como marketing e engenharia. No âmbito da saúde, constata-se o avanço de sistemas de IA para o diagnóstico de doenças e para a prescrição de tratamentos. Nesse sentido, devido ao acesso rápido e fácil a essa tecnologia, há o crescimento da automedicação influenciada por IA sem a supervisão de um profissional, o que pode vir a ocasionar diversas consequências. Dessa forma, tem-se o objetivo de analisar e discutir os potenciais benefícios e riscos dessa prática. Compreender esses pontos é importante para avaliar se os benefícios superam os riscos e traz ganhos para a sociedade. Sendo assim, fez-se uma pesquisa de cunho bibliográfico baseada em artigos de profissionais da área. Analisou-se as publicações científicas para entender os aspectos desde históricos relacionados às inteligências artificiais até a prática de automedicação. Como resultado, obteve-se que as IAs aplicadas como ferramenta de apoio aos profissionais trazem muitos benefícios para a área de diagnósticos e análise de dados, por exemplo. No entanto, na automedicação, pode-se ter muitos erros, pois para a prescrição de medicamentos necessita-se de informações sobre o paciente, desde seu histórico médico até às suas necessidades. Na falta de alguma dessas informações, aumenta-se o risco das mais diversas reações, de alergias a casos fatais. Sendo assim, conclui-se que embora o uso de inteligências artificiais na área da saúde traga muitos benefícios, deve-se ter a atenção de implementá-la como uma ferramenta para uso dos especialista dessa área, principalmente quando trata-se de automedicação, para que assim os resultados sejam os melhores para o bem-estar do paciente, que é o foco principal.
Orientador(a): EMERSON LEÃO BRITO DO NASCIMENTO
Aluno(a): CAUÃ FROTA GOMES FIGUEIREDO
Aluno(a): MARIA FERNANDA MORAES RABELO